Estamos aqui pra ser espontâneos, não perfeitos.

uma-devaneadora:

“Não se pode experimentar a sensação de existir sem se experimentar a certeza que se tem de morrer, pensou.”

O Mundo de Sofia

The most iconic cats snaps of 2018

aww-so-pretty:

trasemc:

image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image
image

I love this.

(via ifyoulovemethatsucks)

adesejar:

“Se conseguistes enganar uma pessoa, isso não significa que ela seja tola, isso significa que ela confiou em você mais do que você merecia.”

Charles Bukowski.

(via desvalorizavel)

motivando:

“Eu senti vontade de chorar, só isso já foi o suficiente pra eu desmoronar e me desestabilizar por completo. Minha vontade era de correr, sumir, virar as costas pro mundo e nunca mais olhar pra trás e nem pra ninguém, afinal quem ligaria? Quem iria se quer perceber que eu não estaria mais ali? Pelo menos era assim que eu estava me sentindo, como um nada. Como se o mundo fosse agradecer por eu sumir e deixar todos a minha volta em paz.”

O Pequeno Bob. 

(via docearei)

andastes:

sobre o inferno de ser

às vezes eu não me sinto suficiente pra nada. como se tudo que eu fizesse nunca fosse bom o bastante. como se tudo que eu consegui fosse por pura sorte e não merecimento. e por mais que eu saiba que não é bem assim, isso me pega de jeito e parece que eu não me pertenço. como se a vida fosse uma peça de teatro e eu estivesse só interpretando. é um inferno. é o motivo de eu desistir das coisas/pessoas. esse ano, por exemplo, eu deixei tanta coisa passar. tantos planos, tantas pessoas, tantas coisas. tudo porque eu não conseguia aceitar que merecia aquilo, apesar de eu sempre repetir que só temos o que merecemos.
eu perdi as contas das coisas que poderiam ter sido diferentes se eu tivesse feito isso ou aquilo. é exaustivo demais ser esse inferno todo.

(via odisseia-literaria)

versificar:

“Todo dia eu penso: podia sentir menos e menos e menos. Mas não adianta, tudo me atinge, abala, afeta, arrebata, maltrata, alegra, violenta de uma forma absurda e intensa. Nasci pra ser intensa e dramática. Nunca sei direito se a vida me fez assim, as situações fizeram com que eu me tornasse assim, não sei, não sei. A última e única coisa que lembro é de sentir. Eu sinto o sentir. Sei que parece papo de louco, mas é verdade, é real, sinto demais. A realidade me consome. Mas me consome e-xa-ge-ra-da-men-te. A vida maltrata quem sente demais. Quem sente demais acaba sofrendo mais que a maioria das pessoas. Tudo importa, tudo é exagerado, tudo é sentido de corpo e alma. Alma, principalmente.”

Clarissa Corrêa.

(via versificar)

12345»